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AVANÇO DO DESEMPREGO NO BRASIL DEVE SER ENFRENTADO

Programa de Proteção ao Emprego (PPE), apresentado pelo governo como uma alternativa para amenizar os efeitos da crise econômica que o País atravessa e, principalmente, barrar a onda de demissões, foi o tema principal da reunião das centrais realizada quarta-feira (22/7) na sede do Dieese em São Paulo.

Apesar de terem pontos de vistas diferentes sobre a questão, os sindicalistas acharam por bem, unificar as ações no Congresso Nacional para que a medida Provisória (MP 680/2015) não seja desfigurada pelas 175 emendas parlamentares apresentadas, nas quais, algumas têm conteúdos tendenciosos que possa inviabilizar à implantação do programa.

       

               (D) Fernando Bandeira, Nailton e Luiz Gonçalves Luizinho

 

Para evitar eventuais estragos, os representantes da Nova Central, CUT, Força Sindical e CSB, aprovaram um plano de luta para aperfeiçoá-lo, que consiste de muita mobilização, trabalho de convencimento e esclarecimentos, perante os deputados e senadores que comporão a Comissão Mista (CM), responsável em apreciar e apresentar o texto final que será votado pelos parlamentares.   Baseado em dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), registrou que o total de admissões no mês de Junho de 2015 atingiu 1.453.335.

Em contrapartida, o de desligamentos alcançou 1.564.534, resultando em um saldo negativo de 111.199 postos de trabalho formais.  

De acordo com o Presidente do Sindicato dos Empregados de Agentes Autonomos no Coméricio do RJ e  Diretor Nacional de Organização Política da Nova Central, Fernando Antônio Bandeira, o momento é delicado e merece atenção e responsabilidade. “Não é hora de tapar o Sol com a peneira. A crise econômica e política já trouxe para muitos lares, o fantasma do desemprego. Por esta razão, concordamos recuar momentaneamente para depois darmos passos mais firmes e largos”, afirmou.  

Na atual conjuntura onde nos quatro primeiros meses do ano mais de 130 mil postos de trabalho foram perdidos no País, nos setores que mais contratam com carteira assinada, como construção civil, metalurgia, indústria e comércio.  Bandeira opina que é melhor estar empregado, com uma jornada de trabalho menor e salário reduzido, mas com seus direitos, emprego e benefícios a garantidos, do que viver na incerteza e com a renda do Seguro Desemprego.  

As centrais confeccionarão uma cartilha com detalhes do PPE para facilitar o trabalho de conscientização. Como dada indicativa, agendaram um encontro com os membros nomeados da CM para o dia 12 de agosto em Brasília.

 

Fonte: NCST

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