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16/08/2019 - LEIA A NOVA EDIÇÃO DO JORNAL DA CATEGORIA

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    O JORNAL DA CATEGORIA

    LEIA NESTA EDIÇÃO

    • Luta contra reforma da Previdência

    • Acordo que beneficiam os trabalhadores

    • Resistência contra a Reforma Trabalhista

    • Negociação Salarial com Empresas

    • Ações ganha na Justiça em favor do Trabalhador

    • Convênios e Benefícios para associados

    • E muito mais


15/08/2019 - RETIRADA DE DIREITOS DISFARÇADA DE LIBERDADE ECONÔMICA

    A medida provisória da Liberdade Econômica (MP 881/2019), que deve ser votada, nesta terça (13), na Câmara dos Deputados, retira alguns direitos dos trabalhadores, mas mesmo os que forem preservados não estarão garantidos, pois a medida tira poder da fiscalização, dificulta a cobrança na Justiça e abre caminho para a impunidade.

    Jerônimo Goergen (PP-RS), relator da MP 881.

    A MP 881/2019 entre outra coisas propõe uma disputa entre os órgãos do poder público para a assinatura de acordos com empresas infratoras, o que limita o poder do Ministério Público do Trabalho (MPT) de propor Termos de Ajuste de Conduta (TACs).

    A reforma trabalhista do governo Temer retirou o pagamento do feriado em dobro para todos os trabalhadores com escala 12X36 em 2017. O governo Bolsonaro, em 2019, quer instaurar o fim do pagamento dobrado e das folgas aos domingos para todos os trabalhadores .

    Projetos como a Reforma Trabalhista 2017 (Governo Temer), Reforma da Previdência (Governo Bolsonaro) e MP 881/2019 (Governo Bolsonaro) vem disfarçados de combate aos privilégios porém nada mais são do que a retirada de direitos e o aprofundamento da exploração da classe trabalhadora.

    O SINDAUT é contra a MP 881/2019 que se apresenta como combate a crise econômica porém aprofunda a crise, desigualdades e desemprego.

12/08/2019 - MOVIMENTO SINDICAL DEVE RESISTIR CONTRA REFORMA TRABALHISTA

    O 1º Seminário Direitos Humanos, Organização Sindical e Negociação Coletiva dia 8 de agosto no TRT teve por objetivo debater os efeitos da reforma trabalhista do governo Temer. Contou com as presenças dos presidentes da OAB e do TRT, do procurador Geral do MPT além do presidente da NCST, Sebastião José.

    Imposta sem debate, a reforma trabalhista precarizou as relações de trabalho como contrato intermitente, terceirização em todas as atividades, demissão por mútuo acordo, que reduz pela metade as verbas rescisórias, supressão do financiamento dos sindicatos, e acordos individuais entre outras medidas antidemocráticas.

    Segundo o advogado do SINDAUT e Secretário Geral da Comissão Especial de Direito Sindical da OAB-RJ, José Agripino, "A resistência nessa nova era de inconstitucionalidades do Governo Federal, será fundamental para a defesa de uma sociedade justa e a defesa do direito dos trabalhadores. Os sindicatos continuam combativos na defesa dos diretos dos trabalhadores, no direito da negociação coletiva e da justiça social”, Finalizou o advogado. 

    Plenária lotada de sindicalistas, trabalhadores e advogados


02/08/2019 - DIREITOS HUMANOS, ORGANIZAÇÃO SINDICAL E NEGOCIAÇÃO COLETIVA

    O Secretário Geral da Comissão Especial de Direito Sindical da OAB-RJ, o Advogado José Agripino, que também é advogado do SINDAUT promove o 1º Seminário de Direitos Humanos, Organização Sindical e Negociação Coletiva, no dia 8 de agosto, com a participação do Presidente da OAB-RJ Luciano Bandeira, Procurador Chefe do MPT Fábio Goulart, presidente do TRT José Martins, entre outros nomes importante no cenário trabalhista sindical. As Centrais Sindicais também participarão do debate.

    Dia 8 de agosto das 9h30 às 17h no Tribunal Regional do Trabalho, Av. Presidente Antonio Carlos ,251 auditório - 4º andar. Evento aberto ao público






26/07/2019 - PETROBRAS - SINDAUT FISCALIZA PAGAMENTO A TERCEIRIZADOS

    PETROBRAS CONVIDOU SINDAUT  PARA FISCALIZAR PAGAMENTOS


                                   No alto (E) Bandeira e a advogada Ana Cleide - Sindaut - ouvem a representante da BR (D)

    O SINDAUT esteve hoje (26/07) na BR Distribuidora, no Estácio, reunido com  representante da companhia e sete empregados da empresa terceirizada SCAM Serviços e Negócios que demitiu oito empregados sem pagar a multa de 40% do Fundo de Garantia. O convite partiu da própria BR que assumiu o pagamento da multa do FGTS em função da prestadora de serviços não ter cumprido com suas obrigações trabalhistas.

    A BR informou ao Sindaut que ao final do contrato com a terceirizada, a SCAM enviou cópias dos termos de rescisão dos contratos de trabalho, assinados pelos empregados, porém em todos constava a observação dos trabalhadores que a quitação da multa dos 40% do FGTS não tinha sido recolhida. A representante do jurídico da BR, Maria Elizabete de Barros Cobra, assegurou que com a retenção da fatura da empresa iria depositar os créditos pendentes diretamente na conta dos empregados ainda hoje. Esses empregados já foram admitidos, nas mesmas funções administrativas, pela prestadora de serviços BK Consultoria.

    Na próxima segunda, a BR vai apresentar ao Sindicato os extratos comprovando que os depósitos foram feitos.  Pelo SINDAUT compareceram o presidente, Fernando Bandeira, e a advogada, Dra. Ana Cleide.


25/07/2019 - GOVERNO LIBERA RETIRADA DE 500 DO FGTS

    RETIRADA DO FGTS

    Saque de R$ 500 por conta

    Os trabalhadores poderão sacar até R$ 500 de cada conta que possuírem no FGTS, ativa ou inativa (do emprego atual ou dos anteriores).

    Para quem tiver conta poupança Caixa, o depósito será feito automaticamente. Os correntistas que desejarem não sacar os valores deverão informar ao banco.

    Já os saques começarão a ser liberados a partir de setembro.

    Quem possuir cartão cidadão poderá fazer o saque nos caixas automáticos.

    Os saques de menos de R$ 100 poderão ser feitos em casas lotéricas, com apresentação de carteira de identidade e número do CPF.

    Saque-aniversário

    A partir de 2020, os trabalhadores poderão fazer saques anuais de suas contas no FGTS.

    Quem quiser fazer esses saques deverá comunicar à Caixa Econômica Federal a partir de outubro de 2019.

    Quem optar pelos saques anuais, no entanto, não poderá fazer o saque total da conta em caso de demissão sem justa causa.

    Em caso de demissão sem justa causa, no entanto, não muda o cálculo da multa de 40% devida pelo empregador.

    O trabalhador que optar pelos saques anuais só poderá voltar à modalidade anterior (que permite o saque total em caso de demissão sem justa causa) dois anos depois da primeira mudança.

    Se o trabalhador for demitido enquanto está optante pelo saque anual, a conta se torna inativa – o trabalhador não poderá sacar os recursos da conta referente àquele emprego quando mudar de modalidade. O saque do valor total só será liberado para o trabalhador que for demitido enquanto optante pelo modelo atual do FGTS.

    Quem optar pelo saque anual terá três meses para retirar os recursos a partir de 2021: o mês de seu aniversário e nos dois meses seguintes.

    Para 2020, a Caixa irá informar um calendário para os saques.

    Limite para o saque-aniversário

    O valor do saque anual será um percentual do saldo da conta do trabalhador.

     , será liberado 50% do saldo, percentual que vai se reduzindo quanto maior o valor em conta.

    Para as contas com mais de R$ 500, os saques serão acrescidos de uma parcela fixa.

22/07/2019 - APESAR DA PREOCUPAÇÃO DE EMPRESÁRIOS GOVERNO MANTERÁ SAQUES DO FGTS

    GOVERNO MANTERÁ SAQUES DO FGTS APESAR DA PREOCUPAÇÃO DE EMPRESÁRIOS

     

     

                                             O presidente comentou a liberação dos saques do FGTS após participar de uma solenidade comemorativa ao Dia do Futebol, no Ministério da Cidadania.


    A informação de que o governo liberará saques do FGTS surgiu nesta semana. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o próprio Bolsonaro confirmaram a intenção de autorizar saques de contas ativas do fundo para tentar reaquecer a economia.

    O presidente da República relatou na entrevista concedida no Ministério da Cidadania que, nesta quinta-feira (18), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), solicitou a ele uma audiência no Palácio do Planalto, na qual levou dois empresários do setor da construção civil.

    Segundo Bolsonaro, os empresários demonstraram preocupação com eventual perda de receitas por conta da liberação de recursos do FGTS. O dinheiro dos trabalhadores acumulado no fundo financia, entre outras ações, projetos habitacionais populares com juros abaixo do mercado, como o programa Minha Casa, Minha Vida.

    No ano passado, a construção civil representou 4,46% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    O presidente assegurou que os dois empresários que acompanharam Alcolumbre na audiência ficaram satisfeitos com a reunião e que o encontro foi atualizado em sua agenda ao longo desta quinta. No entanto,, a agenda divulgada pela Secretaria de Comunicação do Planalto só registra audiência com o presidente do Senado.

    Vazamento

    Mais cedo nesta sexta, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que a informação sobre a liberação de saques vazou antes de o governo ter concluído os estudos sobre o tema. Onyx garantiu, no entanto, que a medida provisória liberando os saques será assinada na próxima quarta-feira (24).

    O ministro também afirmou que o governo garantiu que recursos para financiamento da casa própria e para o programa Minha Casa, Minha Vida, que usam verba do FGTS, serão mantidos.

    Ele afirmou que isso foi assegurado nesta quinta-feira ao presidente da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (Cbic), José Carlos Martins.

    Um dos convidados para a cerimônia que marcou nesta quinta os 200 dias do governo Bolsonaro, o presidente da Cbic afirmou a jornalistas, ao final da solenidade, que o governo garantiu ao setor da construção civil que a liberação de recursos do FGTS não impactaria o volume total de recursos repassados para financiar moradias populares.

    "O tempo todo nos foi garantido que não teria impacto em cima do bolo que fica. Que criaria mecanismos mais justos para pessoas, mas que não impactaria em diminuição do volume total", declarou José Carlos Martins.

    O representante dos empresários da construção civil ressaltou que o orçamento do conselho curador mostra que o FGTS está "zero a zero naquilo que ele precisa ter em caixa" para o ano de 2021.

    "Qualquer coisa que sacar além do orçamento, tem de rever tudo.

    Neste ano, estamos com 5% em valores nominais menores do que o ano passado. Quando você põe mais 4% de inflação, está quase 10% em valor real (abaixo do ano anterior) no mercado que está puxando o mercado da construção civil, do crédito imobiliário. Minha Casa, Minha vida é responsável por dois terços do mercado hoje", complementou o presidente da Cbic.

     

    Fonte: G1

16/07/2019 - INVEPAR: TRABALHADORES APROVAM BANCO DE HORAS E REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

    Os trabalhadores da Invepar no total de 59 presentes, aprovaram em assembléia no dia 11/07 na sede do SINDAUT, a proposta de acordo coletivo de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário.

    O advogado Dr Wagner e a Diretora do SINDAUT, Maria Alves esclarecem todos os pontos da proposta


    Foi aprovado por unanimidade o acordo apresentado

    Foi aprovado também a compensação de horas extras incluídas ao banco de horas na qual deverá ser compensadas ou pagas sempre que atingirem o prazo de 12 (doze) meses de sua geração. As horas não compensadas no prazo de 12 meses, serão pagas com adicional de 50% para as horas extras realizadas em dias de jornada regular de trabalho e 100% para as horas realizadas em dias de descanso ou feriados trabalhados. 


12/07/2019 - COMISSÃO MODIFICA 36 ARTIGOS DA CLT PREJUDICANDO TRABALHADORES


    MAIS UMA MALDADE PRATICADA PELO GOVERNO BOLSONARO

                                                                                                   (D) Jerônimo Georgem (PP-RS) anuncia a minireforma trabalhista                                                                             

    Depois da reforma trabalhista, que restringe uma série de direitos dos trabalhadores, admitindo contratos do tipo “intermitente”, em que o trabalhador não tem jornada ou salário fixo, agora tramita no Congresso Nacional mais um crime contra os direitos trabalhistas.

    O relatório do projeto de lei de conversão da Medida Provisória nº 881, conhecida como MP da Liberdade Econômica, lido na terça-feira, 9, pelo relator deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), na Comissão Especial, foi aprovada nesta quinta (11) e sofreu alterações trazendo efeitos ainda mais graves aos trabalhadores.

    De acordo com o texto, poderão ser implementadas “medidas anticrise”, que não são nada mais do que a supressão de direitos garantidos em convenções ou acordos coletivos, e até mesmo a suspensão de direitos garantidos na CLT. A MP também aprovou a criaçõ da carteira de trabalho digital,que reunirá,através do número do CPF, todo histórico do trabalhador.

    Diz o texto:

    “Art. 72. Enquanto não for divulgado relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE que aponte que o desemprego no país se encontra abaixo de 5.000.000 (cinco milhões) de indivíduos por pelo menos 12 (doze) meses consecutivos, fica instituído o regime especial de contratação anticrise, com o objetivo de suspender o efeito de normas que restrinjam a criação de postos de emprego na forma deste artigo.

    § 1o Durante o período que vigorar o regime, ficam suspensos as leis e atos normativos infralegais, incluindo acordos e convenções coletivas, que vedam o trabalho aos finais-de-semana, incluindo sábados e domingos, e feriados.

    § 2o Durante o período em que vigorar o regime, ressalvado se aplicável o respectivo aumento correspondente do salário e demais benefícios, ficam suspensos os efeitos dos artigos 224, 225, 226, 227, 229, 232, 233, 234, 303, 304, 306 e 445 do Decreto-Lei 5.452 de 1o de abril de 1943”.

    Entre esses direitos que poderão ser extinguidos estão a definição de carga horária máxima para bancários, músicos, profissionais cinematográficos jornalistas, entre outras profissões.

    A MP amplia também a possibilidade da duração de contratos de trabalho por prazo determinado atualmente, de acordo com a CLT, restritos a, no máximo, dois anos.

    ANAMATRA Repudia

    A medida foi repudiada por Associações da Justiça do Trabalho – Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e a Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat) – que enviaram um ofício ao senador Dário Berger (MDB-SC), requerendo o adiamento da votação do projeto.

     

    A votação está prevista para a manhã desta quinta-feira (11), na Comissão Mista presidida pelo parlamentar.

    As entidades denunciam que questões relativas às normas de segurança e medicina do trabalho também são afetadas pela MP 881 na redação dada pelo relatório da Comissão Mista. “Isso porque torna-se facultativa a constituição de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)”, explicam. Para as associações, não se trata de uma questão econômica, mas sim de saúde pública.

    Segundo as entidades, as propostas apresentadas afrontam a Constituição Federal, normas internacionais do trabalho, a dignidade da pessoa humana e o valor social do trabalho. “As regras constitucionais estão absolutamente atreladas à dignidade da pessoa humana e qualquer alteração que vise a livre iniciativa deve se dar por causa da garantia dessa dignidade e não da garantia tão e somente da ordem econômica como vem estampado no texto, que elimina regras de segurança e saúde no trabalho”, alertam.

11/07/2019 - MARATONA DA REFORMA CONTINUA NESTA SEXTA-FEIRA, DIA 12

    MARATONA DA REFORMA PROSSEGUE NESTA SEXTA EM SEGUNDO TURNO

    Um dia após aprovar o texto-base da reforma da Previdência em primeiro turno, a Câmara dos Deputados se reúne nesta quinta-feira, 11, para discutir os destaques apresentados pelas bancadas parlamentares. Destaques são dispositivos de alterações a pontos do texto e que não entraram no relatório. Dentre os temas a ser votados estão as regras mais brandas a policiais, nova regra de cálculo para mulheres e mudanças para professores e em pensões por morte.

    Para que um destaque seja aprovado, é necessário que ele atinja o mesmo número de votos mínimos para a aprovação do texto-base: 308 dos 531 deputados. Ontem, a reforma passou com uma margem grande, com 379 votos favoráveis. Para que a reforma vá ao Senado, é necessário que o texto-base com as alterações, que vierem a ser feitas na sessão dos destaques, sejam votados novamente. A expectativa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é encerrar a votação ainda nesta semana. A casa precisa analisar ainda dezoito destaques à proposta aprovada nesta quarta-feira, 10.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou no começo da tarde desta quinta-feira que a votação do segundo turno da reforma deve começar em uma sessão na sexta-feira. Pelo regimento da Câmara, seria preciso aguardar cinco sessões após a aprovação em primeiro turno para ser feita a nova votação. Porém, Maia costura um acordo para que seja quebrado esse prazo e agilizada a votação.

    Foto Câmara
    05/07/2019 - IHS FECHA ACORDO COM O SINDAUT: 20% ADICIONAL NOTURNO E R$ 40 DE AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO

      FECHADO O ACORDO DA IHS: 20% DE ADICIONAL NOTURNO E R$ 40 NO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO

      Os empregados da empresa IHS Informações INSIGHT LTDA aprovaram por unanimidade, em assembléia realizada dia 28/06, na sede do SINDAUT,  o Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 que assim ficou estabelecido, beneficiando 38 funcionários: vigência de 1º de fevereiro de 2019 até 31 de janeiro de 2020, majoração dos salários dos trabalhadores em 4% retroativo a fevereiro; auxílio-alimentação de R$ 40,00 por dia; adicional noturno de 20% do salário base; auxílio funeral de R$ 3.300,00 mais auxílio despesas de R$ 600,00; auxílio creche de R$ 330,00; seguro de vida de 24 vezes o salário limitado até R$ 1.344.985,20; além da empresa fornecer sem custos para o empregado, auxílio saúde/dental e previdência privada. Ficou resolvido ainda que as homologações  das rescisões contratuais sejam sempre feitas no Sindicato.

      A assembléia foi conduzida pelo diretor, Diniz José Albino e secretariada pelo advogado do SINDAUT, José Agripino da Silva Oliveira.

                                                 Os empregados da IHS aprovaram o Acordo Coletivo da empresa

       

    02/07/2019 - RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DEVERÁ SER FEITA DE IMEDIATO

      DA INEFICÁCIA DA MP 873/2019.

      Informa o SINDAUT – que a Medida Provisória nº 873, de 1º de março de 2019, que proibia as empresas de efetuarem o desconto em folha de pagamento das contribuições sindicais dos trabalhadores para o sindicato, perdeu a validade no dia 28/06/2019.

      Sendo assim, as empresas que durante a vigência da referida medida deixaram de efetuar o desconto das contribuições sindicais e de repassá-las ao Sindicato, deverão fazê-lo imediatamente, sob as penas da Lei.

       

      Fernando Bandeira

      Presidente

    01/07/2019 - HOMOLOGAÇÃO É NO SINDICATO! GARANTA SEUS DIREITOS!

      A Lei 13.467/2017 trouxe maior autonomia para os Acordos e Convenções Coletivas, que passam a ter maior poder normativo, assim em atendimento à autonomia aos acordos e convenções coletivas estabelecidos pela reforma trabalhista, havendo cláusula convencional estabelecendo que a rescisão contratual dos empregados, com mais de um ano, deva ser assistida pelo sindicato, resta consubstanciada o intuito da lei e do previsto no inciso XXVI do art. 7º da Constituição.

      Porquanto, a Cláusula Convencional Décima Nona, da Convenção Coletiva de Trabalho de 2019, tem prevalência sobre a lei, de sorte que o presente comunicado tem por objetivo informar todas as empresas para proceder com as homologações de seus empregados nas dependências do Sindicato Obreiro.

      O presente comando deverá ser cumprido sob pena de aplicação do parágrafo único da cláusula quadragésima quarta da referida norma.


      Fernando Bandeira

      Presidente

    24/06/2019 - BUREAU VERITAS: TRABALHADORES APROVAM ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

      Foi realizado na manhã desta segunda feira (24/06), na sede do Sindicato, assembléia com os trabalhadores do grupo Bureau Veritas para discutir e aprovar proposta de acordo coletivo de trabalho 2019/2020 e proposta de reajuste retroativo do ano de 2014 a 2018.

      Fernando Bandeira, presidente do SINDAUT, apresenta detalhadamente a proposta de acordo coletivo para os trabalhadores da empresa

      Os 130 trabalhadores presentes na assembléia aprovaram por aclamação o reajuste salarial 2019/2020 em 3,6% e R$ 20,50 de tíquete refeição, conforme estabelecido em Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria homologada pelo Ministério do Trabalho em 19/02/2019.

      Foi colocado em votação e aprovado por aclamação a proposta

      Em relação aos reajustes salariais dos anos de 2014 a 2019 a proposta aprovada foi que a Bureau Veritas fará a complementação dos reajustes concedidos abaixo da convenção desse período como também fará uma recarga no tíquete refeição a título de substituição dos anos em que os trabalhadores não tiverem reajuste na alimentação.

      No final da assembléia o presidente do SINDAUT, Fernando Bandeira, propôs a criação de um grupo de trabalho com cinco funcionários da Bureau para acompanhar de perto as ações sindicais e o cumprimento do acordo coletivo aprovado em assembléia

      Não houve voto contra a proposta de acordo

    19/06/2019 - INFORME FERIADO CHRISTI

      O SINDICATO INFORMA QUE NÃO FUNCIONARÁ NOS DIAS 20 E 21 DE JUNHO, RETORNANDO AO EXPEDIENTE NORMAL NO DIA 24 DE JUNHO

    17/06/2019 - SINDAUT PRESENTE NA MANIFESTAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

      O SINDAUT participou ativamente com faixas, da manifestação contra a reforma da Previdência, convocada pelas centrais sindicais e movimento sociais. A manifestação ocorreu na última sexta feira, dia 14 de junho, tendo início com atos políticos na Candelária, percorrendo a Av. Presidente Vargas, com término na Central do Brasil.

      Fernando Bandeira, presidente do SINDAUT avaliou que esta manifestação teve um peso muito importante por mostrar aos parlamentares que votarão a PEC 06/2019 em plenário no Congresso Nacional, a rejeição da sociedade e dos trabalhadores. "Essa reforma da Previdência prejudicará tanto os trabalhadores públicos quanto os privados, e por isso devemos combatê-la e convencer a bancada do Rio de Janeiro pela rejeição da proposta. "


    13/06/2019 - SINDAUT NÃO ABRIRÁ NESTA SEXTA, DIA 14. GREVE GERAL!

      ATENÇÃO TRABALHADORES, PARALISAÇÃO GERAL!

      A Reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional prevê o aumento dos anos de contribuição de 35 para 45 anos para o trabalhador se aposentar com salário integral. As regras de cálculo do setor público e do privado para a inatividade também estão equiparadas: 60% da média de todos os salários da pessoa e mais 2% a cada ano que ultrapassar 20 anos de contribuição.

       A idade do servidor público civil para se aposentar igualou-se aos demais trabalhadores da iniciativa privada, com aposentadoria aos 65 anos (Homens) e 62 (Mulheres).  Portanto, é fundamental que os trabalhadores empregados de agentes autônomos do comércio se revoltem com essa Reforma da Previdência que sacrifica todos. Mais de 40 categorias profissionais já confirmaram adesão ao movimento de paralisação. Trabalhador, nesta sexta-feira não esqueça  vamos paralisar nossas atividades. O Sindaut não vai abrir nesta sexta-feira, voltando as suas atividades normais na próxima segunda, dia 17 de junho.

                 Concentração na Candelária, às 16 h, desta sexta-feira, dia 14 de junho!


       

       

       

                 

       

    11/06/2019 - GREVE GERAL DIA 14/06 - LUTE CONTRA ESSA REFORMA DA PREVIDENCIA

      TODOS CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA  

      EM DEFESA DE POLÍTICAS PÚBLICAS

      QUEREMOS NOS APOSENTAR COM DIGNIDADE

      BASTA DE DESEMPREGO

      MANDE SEU RECADO NAS REDES SOCIAIS

      PARTICIPE DAS MOBILIZAÇÕES DO SEU SINDICATO

      LUTE JUNTO!


    10/06/2019 - MUDANÇA DE EMAIL DO SINDAUT

      Prezado

      Informamos que o SINDAUT está trabalhando com uma nova conta de endereço de email.

       A partir desta data, os contatos deverão ser feitos através do email sindautrj@gmail.com

      Pedimos que alterem nosso endereço em suas listas de contatos.

      Atenciosamente,

      SINDAUT

    07/06/2019 - DOCUMENTAR TECNOLOGIA: SINDAUT GANHA AÇÃO NA JUSTIÇA

      A Juíza do Trabalho, Maíra Automare, deu ganho de causa à ação proposta pelo Jurídico do SINDAUT em favor dos trabalhadores demitidos da empresa DOCUMENTAR TECNOLOGIA que prestava serviço à Petrobras.

      Na ação civil coletiva foi pedido aviso prévio trabalhado e indenizado, salários retidos e reajustes salariais, 13º salário, gratificação natalina proporcional, férias vencidas em dobro, indenização de 40% sobre o FGTS, vale transporte, auxilio alimentação e multas dos artigos 567 e 477 da CLT. Além de dano moral, que de acordo com a decisão da Juíza “é conceituado como uma lesão injusta e intolerável, que excede o âmbito trabalhista individual e afronta os direitos de natureza coletiva".

      Bloqueio de crédito

      Em decisão, a Juíza do Trabalho deferiu o bloqueio de créditos de 500 mil reais da empresa Documentar que seria passado pelo cliente, Petrobrás, que deverá ser colocado à disposição da Justiça para que pague diretamente aos trabalhadores.  

    03/06/2019 - CRESCE O NÚMERO DE DENÚNCIAS RELATIVAS A CONDUTAS ANTISSINDICAIS

      Em 2018, o MPT recebeu 823 denúncias dessa prática, quase o dobro das recebidas em 2017 (472) Entre as violações que o Ministério Público do Trabalho tem atuado para promover a liberdade sindical, estão as relacionadas a condutas antissindicais, praticadas também pelos empregadores. Em 2018, foram recebidas 823 denúncias dessa prática, quase o dobro das recebidas em 2017 (472). Nos últimos dois anos, foram ajuizadas 34 ações e firmados 78 termos de ajustamento de conduta, como resultado da atuação do MPT para combater esse problema.




      Fonte: MPT

    30/05/2019 - STF DECIDE QUE GRÁVIDAS E LACTANTES NÃO PODEM EXERCER ATIVIDADE INSALUBRE

      SINDAUT analisa esse resultado do STF como proteção a gestante trabalhadora e ao próprio bebê. Proteção ao direito das grávidas e lactantes que foi exterminada dentro da reforma trabalhista do governo Temer.

      Norma estava prevista na nova lei trabalhista e foi questionada por uma entidade em 2018. Durante julgamento, relator afirmou que permissão era 'absolutamente irrazoável'.

      29/05/2019 - Por Rosanne D'Agostino e Mariana Oliveira, G1 e TV Globo — Brasília

      O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (29), por 10 votos a 1, que grávidas e lactantes não podem exercer atividades consideradas insalubres.

      A ação julgada nesta quarta-feira foi apresentada em abril de 2018 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos.

      A entidade questionou um trecho da nova lei trabalhista que permitiu o trabalho de gestantes e lactantes em atividades insalubres, exceto em caso de atestado médico.

      A nova lei foi proposta pelo governo Michel Temer e aprovada pelo Congresso Nacional. O trecho questionado pela confederação estava suspenso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, e agora o plenário do STF analisou o caso de maneira definitiva.

      Durante a sessão desta quarta-feira, Moraes votou novamente a favor de derrubar o trecho. Conforme o ministro, a proteção em relação a trabalho insalubre tem "direito instrumental protetivo" para a mulher e para a criança.

      "Não é só a salvaguarda da mulher, mas também total proteção ao recém-nascido, possibilitando convivência com a mãe de maneira harmônica, sem os perigos do ambiente insalubre", acrescentou o ministro.

      "É uma norma absolutamente irrazoável, inclusive para o setor de saúde", completou o relator.

      Segundo o voto de Alexandre de Moraes, a mulher grávida ou lactante deverá ser realocada para outra atividade ou receber licença, caso a realocação não seja possível.

    23/05/2019 - DIAP APONTA PREJUÍZOS PARA O TRABALHADOR NA REFORMA DA PREVIDÊNCIA E SINDAUT CHAMA MANIFESTAÇÃO PARA 14 DE JUNHO


      O Diap - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, ligada ao SINDAUT, analisou a PEC 06/2019 da reforma da previdência que se encontra em análise na Câmara dos Deputados. Trata-se de uma proposta muito dura sobre os atuais e futuros segurados, que atinge os três pilares da Previdência Social, todos em prejuízo do segurado:

      1.   A idade, que aumenta;

      2.   O tempo de contribuição, que aumenta;

      3.   O valor do benefício, que diminui.

      As Centrais Sindicais se reuniram ontem (22) em São Paulo, e confirmaram a organização de uma greve geral em 14 de junho e a adesão a uma nova edição do “tsunami da educação”, no próximo dia 30, em apoio ao movimento estudantil em defesa da educação pública de qualidade e contra os cortes orçamentários de instituições federais de ensino pelo governo.

    22/05/2019 - MAIS UM SUPER CONVÊNIO PARA O ASSOCIADO DO SINDAUT COM DESCONTOS ESPECIAIS!!!

      Cursos para entrar no mercado de trabalho e para quem já está empregado. 

      Cadastramento em balcões e vagas de estágio.


    16/05/2019 - EXAME DE VISTA COMPUTADORIZADO NO SINDAUT

      O SINDAUT em parceira com o SINDVIG-RIO não param de promover ações a fim de melhorar a vida e a saúde do trabalhador associado e seus dependentes. A novidade agora é que o trabalhador poderá fazer gratuitamente o exame de vista computadorizado no Sindicato.


      O atendimento é fruto da parceria com o Centro Ocular do Recreio que já está há quase 10 anos no mercado. O associado do SINDAUT poderá fazer exames visuais como refração computadorizada, acuidade visual, retinoscopia e fundoscopia.

      O resultado do exame sai na hora e o trabalhador  ainda tem a possibilidade de escolher armações e tipos de lentes com preços populares em até 10x no cartão de credito.

      NÃO PERCA TEMPO!

      VENHA FAZER SEU EXAME DE VISTA COMPUTADORIZADO GRATUITO.

      MARQUE NA SUA AGENDA:

      ·       18/05 - sábado - de 8h às 13h - Sede do Sindicato Centro

      ·       20 /05 - segunda - de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      ·       22/05 - quarta - de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      ·       24/05 - sexta - de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      ·       27/05 - segunda - de 8h às 15h - Subsede Campo Grande

      ·       28/05 - terça -  de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      ·       29/05 - quarta - de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      ·       31/05 - sexta - de 8h às 15h - Sede do Sindicato Centro

      Sede do Centro - Rua André Cavalcante128 / Sebsede - Rua Alberina 70 - Campo Grande

       

    14/05/2019 - BOLSONARO ANUNCIA REDUÇÃO DE 90% SOBRE AS NORMAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

      O SINDAUT vê a medida com extrema preocupação assim como foi na reforma trabalhista que prometia geração imediata de empregos, o que ainda não ocorreu. As NRs são normas prevencionistas. No Brasil são inúmeros casos de acidentes de trabalho.

      Jornal extra - Da Redação / Publicado em 13 de maio de 2019

      Bolsonaro anuncia redução de 90% nas normas de segurança no Trabalho 

      Para atender a agenda de interesses empresariais, o presidente anunciou via Twitter a intenção de reduzir NRs em 90%

      Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

      Nesta segunda-feira, 13, o presidente Jair Bolsonaro afirmou a intenção do governo de reduzir em 90% as Normas de Segurança do trabalho (NRs) sob a justificativa de “desburocratizar” o setor.  Entre as normas a serem reavaliadas está a que trata da utilização de maquinários.

      Em sua conta do Twitter, foi publicado o seguinte: “Governo federal moderniza as normas de saúde, simplificando, desburocratizando, dando agilidade ao processo de utilização de maquinários, atendimento à população e geração de empregos”, juntamente com um trecho de uma nota publicada pelo Ministério da Economia sobre a “simplificação” das normas.

      De acordo com a nota da pasta, as NRs de segurança e saúde no trabalho passarão por um amplo processo de “modernização”. Segundo o secretário especial de Trabalho e Previdência do ministério, Rogério Marinho, a revisão de todas as NRs existentes será feita com foco na desregulamentação e simplificação.

      A nota, publicada no site do ministério na quinta-feira da semana passada, afirma que “a primeira norma a ser revista será a NR-12, que trata da regulamentação de maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos”. A estimativa da pasta é que o resultado desta revisão seja entregue no mês que vem.

    12/05/2019 - UMA HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES

      SINDAUT presta homenagem ao dia das Mães.


    07/05/2019 - NÃO PERCA TEMPO! SEJA SOCIO DO SINDAUT E TENHA BENEFÍCIOS

      Os associados do sindaut terá direito ao Plano de assistencia médica CMD, além de descontos em cursos, faculdades, auxílio em dinheiro, atendimento jurídico gratuito a qualquer tempo, e muito mais. Ligue para 3077-2700 e saiba como se associar. 




    01/05/2019 - 1 EM CADA 4 TRABALHADORES É SUBUTILIZADO NO BRASIL, DIZ IBGE

      Total de 28,3 milhões de brasileiros nessa situação é recorde

      A taxa de subutilização da força de trabalho brasileira bateu recorde no primeiro trimestre de 2019. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), chegando a 25%. Isso significa que 28,3 milhões de brasileiros não trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam no período.

      É o maior índice desde o início da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, houve alta de 5,6%, ou 1,5 milhão de pessoas.

      Multidão enfrenta fila no Anhagabaú em busca de empregos

      No primeiro trimestre de 2014, antes do início da crise no mercado de trabalho, a taxa de subutilização chegou a 15,5%. O crescimento reflete tanto a alta do desemprego quanto a alta do desalento - quando a pessoa está impossibilitada de procurar emprego por falta de dinheiro ou por acreditar que não encontrará vaga, por exemplo.

      O número de pessoas desalentadas cresceu 3,9% no primeiro trimestre de 2019 (em comparação com o trimestre anterior), chegando a 4,8 milhões. Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, a alta foi de 5,6%. A taxa de desalento chegou a 4,4%, o maior para o período desde o início da pesquisa.

      O número de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 6,8 milhões no primeiro trimestre, estável em relação ao trimestre anterior e 10,2% maior do que a verificada nos três primeiros meses de 2018.

      "A subutilização da força de trabalho é o indicador em que os gestores têm que pensar para planejar em políticas públicas", disse Azeredo. "É a a fotografia mais precisa, o diagnóstico mais preciso, aquele que a gente tem que olhar e dar mais atenção."

      No primeiro trimestre sob o governo Jair Bolsonaro, a taxa de desemprego no país foi de 12,7%. Ao todo, 13,4 milhões de brasileiros procuravam emprego no período, alta de 10,2% com relação ao trimestre encerrado em dezembro.

      Nos últimos três meses, segundo o IBGE, 1,2 milhão de pessoas a mais passaram a procurar emprego no país. Azevedo lembra que, no quarto trimestre, há eventos que estimulam o emprego, como festas de fim de ano, Natal, Black Friday e férias.

      Fonte: agencia Brasil EBC

    30/04/2019 - 1º DE MAIO - DIA DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA

      Ato público nesta quarta feira (01/05) a partir das 9h - Praça Mauá

    29/04/2019 - 1º DE MAIO: CENTRAIS FARÃO ATO UNIFICADO

      Sindicatos resolveram se unir em vários estados para manifestações de Dia do Trabalho, que devem criticar mudanças na Medida Provisória 873

      Fonte: Último Segundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2019-04-28/sem-dinheiro-sindicatos-planejam-ato-unificado-para-o-dia-do-trabalho.html


      A rejeição à proposta de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e o  crescente desemprego vão unir nove entidades sindicais e duas frentes populares em um ato unificado em São Paulo no dia 1º de maio, em que se comemora o Dia do Trabalho.

      Pela primeira vez, o Dia do Trabalho contará com uma manifestação unificada da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na cidade que é berço do sindicalismo.

      Além dos temas políticos, as centrais também estão unidas por questões financeiras. O fim da contribuição sindical obrigatória e a Medida Provisória (MP) 873, editada em março e que dificulta a cobrança da contribuição dos trabalhadores sindicalizados, reduziram as fontes de recursos das centrais e sindicatos.  A MP 873 proíbe o desconto em folha dos trabalhadores sindicalizados e obriga o pagamento via boleto.

      "Há uma conjuntura política que une as centrais, mas as questões financeiras também pesam. O governo dificultou a forma de arrecadação dos sindicatos ao proibir o desconto em folha e obrigar o pagamento via boleto. Esse ato conjunto também é um enfrentamento da política governamental que está enfraquecendo a atividade sindical ", explicou Otávio Pinto e Silva, professor de Direito do Trabalho da Universidade de São Paulo (USP).

      Além da CUT e da Força Sindical , a CTB, UGT, Intersindical, CSB, CGTB, Nova Central, CSP-Conlutas, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo também participarão do ato em São Paulo .

      No ano passado, as duas principais centrais do país, CUT e Força, que sempre tiveram posições ideológicas distintas, se juntaram em Curitiba, também no Dia do Trabalho, para pedir a libertação do ex-presidente Lula, mas fizeram manifestações separadas em São Paulo.

       

      Governo veta  contribuição sindical direto da folha de pagamento

      O presidente da Força, Miguel Torres, nega que o ato único seja motivado pela questão financeira. "Sempre tivemos o sonho de fazer um ato único, mas cada central tinha sua linha ideológica. Este ano, com o golpe que o movimento sindical sofreu com a MP 873 e as perdas que serão impostas aos trabalhadores com a reforma da Previdência, além do desemprego elevado, a decisão foi unificar", disse Torres, acrescentando que a orientação é para que ocorram atos unificados de Dia do Trabalho em todos os estados. Ele afirmou, ainda, que no Rio de Janeiro e em Minas Gerais isso já ficou acertado. 


      Nota do Sindaut: A  MP 873 não atinge os trabalhadores e empresas que tem Convenção Coletiva com o nosso Sindicato, porque o Acordo foi assinado com o Sindicato Patronal antes da publicação da medida provisória no Diário Oficial da União.

       

       

      Fonte: ÚltimoSegundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2019-04-28/sem-dinheiro-sindicatos-planejam-ato-unificado-para-o-dia-do-trabalho.html

       

    22/04/2019 - O PAÍS DO DESEMPREGO E DO SUBEMPREGO

      Indicadores econômicos recentes apontam para o baixo crescimento do mercado de trabalho de novo este ano. Hoje 35,5 milhões estão na informalidade, somando os 18 milhões de desocupados e desalentados( gente que desistiu de procurar emprego). Quase a metade da força de trabalho nacional está sem trabalho ou na informalidade.

      Trecho da Matéria de Ancelmo Gois em 22/04/19.

      Imagem de internet: desemprego

      Nota do SINDAUT

      A reforma trabalhista do governo Temer, prometia a criação de empregos em curto prazo, o que na verdade não aconteceu. Até agora só vimos desemprego, geração de subempregos e mil formas de contratos de trabalho onde não se ganha nem salário mínimo.   

      E no governo Bolsonaro o Ministro da Fazenda Paulo Guedes, propõe a criação  da carteira Verde e Amarelo, na qual o trabalhador perderá ainda mais direitos, na promessa de mais empregos. 

    08/04/2019 - DEVIDO À CRISE, 3,41 MILHÕES DE BRASILEIROS JÁ ACUMULAM MAIS DE UM TRABALHO

      Em dois anos, número de pessoas com pelo menos duas ocupações no país cresceu em um milhão

      Daiane Costa, Leticia Lopes* e João Sorima Neto

      oglobo.oglobo.com

      07/04/2019 

      RIO E SÃO PAULO - Desde que perdeu seu último emprego com carteira assinada, Ricardo Blaiotta, de 49 anos, passou a se desdobrar em vários trabalhos como autônomo para recompor a renda. Atualmente, são quatro: faz transporte escolar, produz e vende comida congelada, revende cosméticos e, quando falta dinheiro para pagar alguma conta, dirige Uber. Formado em administração de empresas, ele é um dos trabalhadores que passaram a engrossar o grupo dos que têm mais de uma ocupação no Brasil. Nos últimos dois anos, esse contingente teve acréscimo de quase 1 milhão de pessoas, atingindo 3,41 milhões no fim de 2018, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a Pnad Contínua, do IBGE.

      Para especialistas, esses trabalhadores são um espelho das atuais condições do mercado de trabalho, no qual o desemprego continua alto, e as oportunidades só aparecem na informalidade. Complementar a renda com mais de uma ocupação é uma necessidade para muitas famílias.

      — Isso dialoga com a crise econômica, que desestruturou a renda das famílias e aumentou a subutilização da força de trabalho. Muitas pessoas têm de ter mais de um trabalho porque, na informalidade, os salários são mais baixos — explica Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

      “Eu faço as compras, monto a marmita, entrego e faço o marketing. Tive adaptar-me a minha nova realidade. Ganhava mais quando estava empregado”

      Maria Andréia Parente Lameira, economista do Ipea, considera esse movimento característico do mercado recessivo, quando as pessoas driblam o desemprego se tornando conta própria. Esse grupo teve acréscimo de 1,7 milhão de pessoas nos últimos dois anos. No fim de 2018 eram 23,8 milhões, sendo que 19,1 milhões estavam na informalidade.

      — O conta própria dificilmente tem jornada de oito horas por dia, então pode conciliar mais de um trabalho. É o cara que faz quentinha e outro bico, ou faz quentinha e também tem barraquinha de comida — explica Maria Andréia.

      Nesse cenário, desponta quem faz quentinhas e quem trabalha com aplicativos de transporte, observa o coordenador do IBGE.

      Com quatro ocupações, o dia de Ricardo começa às 5h. Ele leva e busca na escola sete crianças e atua como vendedor de uma representante de cosméticos, apresentando os produtos da marca em salões na Barra da Tijuca e na Zona Sul do Rio.

      Nos intervalos dessas duas atividades, produz, sozinho, 150 refeições por semana. Elas são vendidas entre R$ 17 e R$ 22, cada. Há pratos como carpaccio de palmito pupunha e salmão. Ele também atende a pedidos de veganos e pessoas que passaram por cirurgia bariátrica.

      Como a esposa é funcionária pública e passa o dia fora, também cabe a ele ficar com as duas filhas, de 7 e 10 anos, quando não estão na escola.

       

      — Eu faço as compras, monto a marmita, entrego e faço o marketing. Tive de criar um mecanismo para tudo dar certo. Adaptar-me a minha nova realidade. Ganhava mais quando estava empregado (como representante comercial), mas precisava pagar uma pessoa para ficar com minhas filhas. Hoje, ganho menos, mas não tenho essa despesa — conta Ricardo.

      Incerteza financeira

      Foi também no ramo das quentinhas que a nutricionista Cinthya Machado, de 48 anos, encontrou uma fonte de renda extra. Formada há mais de 20 anos, foi demitida do hospital particular onde trabalhava em 2017. Desempregada, passou a atender em domicílio e, para complementar a renda, recorreu à ocupação que já havia tentado há 15 anos: refeições saudáveis congeladas. São cerca de 200 por mês.

      — Desde que me formei, nunca havia ficado desempregada. Hoje trabalho mais e ganho menos. Também é ruim não ter uma renda fixa. Mas trabalho com algo no qual acredito — diz Cynthia.

      Maria Andréia, do Ipea, lembra que a instabilidade financeira que ronda os conta própria é ruim para a economia, pois são famílias que deixam de consumir:

      — Se você nunca sabe ao certo qual será sua renda naquele mês, não consegue ter um planejamento financeiro adequado, e suas decisões de consumo acabam prejudicadas. Comprar um aparelho eletrônico ou um automóvel, que dependem de parcelamento, é impensável. É uma vida sem sossego.

      Desde que o operador de produção Jean Luiz da Silva, de 39 anos, teve sua jornada reduzida para apenas três dias por semana, por um ajuste de produção feito pela Ford, em São Bernardo do Campo, ele decidiu abraçar o hobby de sua mulher, Elen Cristina Chagas da Silva. O casal produz lembrancinhas para festas infantis.

      — Antes eu só ajudava. Agora, com mais tempo em casa, virou nossa segunda fonte de renda — disse Jean.

      Por semana, ele recebe entre quatro e seis pedidos de kit. Quando isso acontece, o ganho chega a ser de até 50% do seu salário de R$ 3,2 mil na montadora.

      “Isso dialoga com a crise econômica (...). Muitas pessoas têm de ter mais de um trabalho porque, na informalidade, os salários são mais baixos”

      Já Allexandro de Lima, de 35 anos, trabalhou como motoboy por 12 anos em uma escola pública de ensino técnico do Rio, até ser demitido em 2016. Desde então, ele se reveza entre dois trabalhos: das 18h à meia-noite é entregador de pizza, e das 8h às 14h, padeiro.

      — Não é suficiente para pagar as contas, mas, como minha mulher também trabalha, vamos levando — diz Allexandro, pai de três filhos.

      Subaproveitamento

      Enquanto uns acumulam trabalhos, há quem mude radicalmente de profissão para driblar a crise. O paulista Robson Camargo, de 36 anos, era operador de torno em uma indústria metalúrgica. Demitido, decidiu se reinventar:

      — Fiz cursos de confeitaria e estou como confeiteiro freelancer em padarias há um ano, mas quero encontrar algo fixo, com carteira assinada.

      Ele conta não ter mais perspectiva de voltar a trabalhar na indústria porque os processos produtivos se modernizaram e hoje “se trabalha com menos gente do que antigamente”. Além disso, a crise levou muitas indústrias a fecharem ou reduzirem a produção.

       

      Thiago Xavier, economista especializado em mercado de trabalho da Tendências Consultoria Integrada, diz que esse deslocamento de profissionais de sua área de formação para posições que exigem menor escolaridade é ruim para o trabalhador e para a economia:

      — São pessoas subaproveitadas fora de suas áreas e que estão tendo seu capital humano depreciado em atividade com produtividade menor, sem a cobertura de direitos sociais.

      *Estagiária, sob a supervisão de Daiane Costa

       

    27/03/2019 - VENTO QUE VENTA LÁ, NÃO VENTA CÁ! PROPOSTA SÓ É BOA PARA MILITARES!

      VENTO QUE VENTA LÁ, NÃO VENTA CÁ!

      Para o TRABALHADOR comum: Corte na aposentadoria, aumento de idade mínima e tempo de contribuição, fim da aposentadoria especial, perda do PIS, entre outras.

      Tudo isso em favor da REDUÇÃO ORÇAMENTÁRIA defendida pelo Ministro Paulo Guedes.

      Para o MILITARES: Aumento no salário, orçamento obrigatório por 10 anos para os militares, além de aumento das pensões.

      PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

      REESTRUTURAÇÃO MILITAR AFETA DESVINCULAÇÃO DE ORÇAMENTO

      Valor Econômico - Por Fábio Graner | De Brasília

      Enquanto fala de promover uma desvinculação, desindexação e desobrigação do Orçamento, o ministro Paulo Guedes aceitou um forte aumento na rigidez orçamentária ao longo dos próximos dez anos, por causa da reestruturação das carreiras militares anunciado semana passada.

      A proposta cria R$ 86,9 bilhões de despesas ao longo de dez anos que na prática serão consideradas como obrigatórias, ou seja, não poderão ser cortadas de acordo com a conveniência do governo. Uma delas, o adicional de habilitação, que tem o maior impacto, sozinha será maior que os ganhos obtidos pelo governo com a alta de contribuição dos militares para custear as pensões.

      Leia a matéria completa no link abaixo

      https://www.valor.com.br/brasil/6183447/reestruturacao-militar-afeta-desvinculacao-de-orcamento

       

    25/03/2019 - SINDAUT VAI AS RUAS CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

      Trabalhadores, partidos políticos, sindicatos e centrais sindicais foram as ruas nesta sexta feira dia 22/03 protestar contra reforma da previdência, no dia Nacional de Luta.


      A Reforma da Previdência vem a galope prejudicar os trabalhadores mais pobres e aprofundar ainda mais a desigualdade no Brasil. O SINDAUT é veementemente contra essa Reforma da Previdência.

      Os grandes vitoriosos dessa Reforma serão os bancos privados que passarão a ter lucros ainda maiores administrando o montante gigantesco de dinheiro, que será a previdência dos Brasileiros.


      Nós sabemos a força que tem os bancos privados e os lucros astronômicos que essa instituição consegue no Brasil. Quem são as pessoas interessadas em uma Reforma que só beneficia os bancos privados e prejudica o trabalhador? Novas manifestações serão marcadas em todo o país.


    20/03/2019 - ENGEPRON: NEGOCIAÇÃO SALARIAL CONTINUA

      Tendo em vista que a ENGEPRON propôs reajuste zero para os salários e benefícios dos trabalhadores, O SINDAUT recorreu ao Ministério Público do Trabalho, que, através do procurador do trabalho Alexandre Salgado Dourado Martins, apresentou uma contra proposta que foi apreciada pelos trabalhadores.

      Em reunião com a comissão de trabalhadores, na sede do SINDAUT, ficou decidido que a proposta apresentada pelo Ministério Público do Trabalho atende em parte a reivindicação da categoria. Foram feitos ajustes na proposta, que foi encaminhada ao comando da Empresa. A ENGEPRON está analisando a proposta de acordo e encaminhará em breve uma resposta da pauta ao Sindicato.

    13/03/2019 - NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A MP873 E A CCT 2019

      SOBRE CCT 2019-2020 E A MP 873/2019

      O SINDAUT – Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Município do Rio de Janeiro, esclarece aos trabalhadores e as empresas, sobre a Medida Provisória nº 873, de 1º de março de 2019, publicada na edição extra do DOU, do mesmo dia.

      1. – A Convenção Coletiva de Trabalho de 2019/2020 não será atingida pela Medida Provisória nº 873/2019, pois a nossa CCT 2019/2020 foi aprovada e registrada no Ministério do Trabalho antes da edição da referida Medida Provisória.

      2. – As decisões das assembleias gerais da categoria profissional representada pelo SINDAUT e as cláusulas contidas na Convenção e Acordo Coletivo firmadas até 28/02/2019 permanecem com suas disposições em vigor, devendo serem cumpridas pelos empregados e empresas, por configurarem ato jurídico perfeito estatuído no artigo 6º., da Lei de Introdução ao Código Civil, do Decreto-Lei nº. 4657/42, e por estarem amparadas pelos artigos 7º., “caput” e inciso XXVI e 8º., “caput” e inciso IV, ambos da Carta Magna.

      3. - As decisões das Assembleias Gerais do SINDAUT para instituir tanto a Contribuição Sindical, quanto as demais contribuições para sustentação financeira da entidade, tem fundamento jurídico não só nas decisões do Poder Judiciário Trabalhista, como também no Enunciado nº. 2, da “Jornada de Direito Material e Processual do Trabalho da Anamatra e nas Notas Técnicas de nºs. 1 e 2 da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical – CONALIS, do Ministério Público do Trabalho e do Enunciado nº. 24, da Câmara de Coordenação e Revisão, também do Ministério Público do Trabalho.

      4. – A autorização prévia e expressa aprovada em assembleia geral específica dos trabalhadores representados pelo SINDAUT, têm o respaldo do Poder Judiciário e do Ministério Público do Trabalho

      5. – A Contribuição Social aprovada na Convenção Coletiva de Trabalho de 2019/2020, não sofrerá nenhuma alteração, ou seja, as empresas deverão continuar efetuando o desconto em folha de pagamento mensal e repassando ao SINDAUT, na forma definido na Convenção.

      6. – Os trabalhadores que não concordaram em contribuir para o Sindicato, opuseram-se no prazo de 10 (dez) dias, entre os dias 20/02/19 e 01/03/2019. Sendo assim, serão beneficiados somente aqueles que concordaram com a contribuição social. 

      Rio de Janeiro, 13 de março de 2019

      Fernando Bandeira - Presidente

    01/03/2019 - SINDAUT RECEBEU OS TRABALHADORES DO DIA 20/02 ATÉ O DIA 01/03

      O SINDAUT recebeu durante os 10 dias, conforme clausula 39ª paragrafo 1º da CCT (direito de oposição) os trabalhadores que decidiram opor-se ao beneficio social oferecido pelo Sinicato.


      Por apenas 10 reais mensais o trabalhador tem direito a descontos especiais em cursos e universidades e a possibilidade de reembolso em dinheiro nos auxilios natalidade, funeral, educacional, farmácia, entre outros.  O prazo se encerra hoje, sexta feira, dia 01/03/2019 as 16:30.

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